Fui convidado a assistir a uma projeção do filme Nome Próprio pela Flávia Durante, a quem agradeço o convite. O filme é baseado nos livros Máquina de Pinball e Vida de Gato, de Clarah Averbuck. É protagonizado pela Leandra Leal. Adoro Leandra Leal. Em minha opinião totalmente imparcial ela está ótima.
Não sou cinéfilo mas gosto de cinema. O que quero dizer é que tendo mais a dizer somente se gostei ou não gostei, sem análises mais rebuscadas. Gostei. Recomendo. Senti uma forte empatia com o personagem, resultado da ótima atuação de Leandra. A internet é um dos personagens do filme, através do blog, email da personagem e até uma participação especial do Altavista, que estava apagado da minha memória.
O filme está cheio de referências, a mais óbvia o barulhinho de conexão de modem, que hoje soa pré-historicamente tão 2000. Tem uma cena em que aparece o livro dos Wunderblogs. Aliás, cronologicamente este livro não deveria estar lá, já que é de 2004. O filme está cheio de errinhos, será um prato cheio pros mais chatos. Tem uma cena em que dá pra ver a sombra do câmera, por exemplo. Isso pode incomodar, como já disse, os mais chatos, mas não me tirou o prazer de assistir ao filme e ver a Leandra pelada, digo, assistir à atuação da Leandra Leal.
Impossível, no meu caso, não me identificar com o comecinho de minha relação com os blogs. Aliás pude ver ao vivo muita gente da geração atual, além dos da antiga. Hoje a relação com os blogs está completamente diferente, em alguns casos até profissional demais, deixando claro que não encaro isso negativamente na maioria dos casos. Mas foi bom ver o povo, cabelo ao vento, gente jovem reunida. Infelizmente minha porção bicho do mato falou mais alto, entrei mudo e saí calado. Se você estava lá eu era o careca de barba.
Nunca tive a pretensão de ser do primeiro time de blogueiros (mentira, até tive, mas a vida me levou pra outro lado e não fiz o que deveria ser feito para tal, além da falta de talento:) e me senti bem terceiro, ou melhor, quarto... quinto e meio time, vai. Música triste de violino ao fundo.
Voltando ao filme e resumindo: se você gosta de Leandra Leal, assista. Se você gosta de blogs, assista. Se você gosta de Clarah Averbuck, assista. Se não gosta de nada disso, assista e me diz o que achou depois.
Abraço.*
* Citação do filme :^)
P.S. Este texto foi elaborado e postado espontaneamente, não teria existido se eu não tivesse gostado do filme. Ou teria existido se eu tivesse odiado o filme, vai saber. De qualquer forma, se o pessoal da divulgação quiser me dar reais... Just kidding.
Não sou cinéfilo mas gosto de cinema. O que quero dizer é que tendo mais a dizer somente se gostei ou não gostei, sem análises mais rebuscadas. Gostei. Recomendo. Senti uma forte empatia com o personagem, resultado da ótima atuação de Leandra. A internet é um dos personagens do filme, através do blog, email da personagem e até uma participação especial do Altavista, que estava apagado da minha memória.
O filme está cheio de referências, a mais óbvia o barulhinho de conexão de modem, que hoje soa pré-historicamente tão 2000. Tem uma cena em que aparece o livro dos Wunderblogs. Aliás, cronologicamente este livro não deveria estar lá, já que é de 2004. O filme está cheio de errinhos, será um prato cheio pros mais chatos. Tem uma cena em que dá pra ver a sombra do câmera, por exemplo. Isso pode incomodar, como já disse, os mais chatos, mas não me tirou o prazer de assistir ao filme e ver a Leandra pelada, digo, assistir à atuação da Leandra Leal.
Impossível, no meu caso, não me identificar com o comecinho de minha relação com os blogs. Aliás pude ver ao vivo muita gente da geração atual, além dos da antiga. Hoje a relação com os blogs está completamente diferente, em alguns casos até profissional demais, deixando claro que não encaro isso negativamente na maioria dos casos. Mas foi bom ver o povo, cabelo ao vento, gente jovem reunida. Infelizmente minha porção bicho do mato falou mais alto, entrei mudo e saí calado. Se você estava lá eu era o careca de barba.
Nunca tive a pretensão de ser do primeiro time de blogueiros (mentira, até tive, mas a vida me levou pra outro lado e não fiz o que deveria ser feito para tal, além da falta de talento:) e me senti bem terceiro, ou melhor, quarto... quinto e meio time, vai. Música triste de violino ao fundo.
Voltando ao filme e resumindo: se você gosta de Leandra Leal, assista. Se você gosta de blogs, assista. Se você gosta de Clarah Averbuck, assista. Se não gosta de nada disso, assista e me diz o que achou depois.
Abraço.*
* Citação do filme :^)
P.S. Este texto foi elaborado e postado espontaneamente, não teria existido se eu não tivesse gostado do filme. Ou teria existido se eu tivesse odiado o filme, vai saber. De qualquer forma, se o pessoal da divulgação quiser me dar reais... Just kidding.