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Mostrando postagens de novembro, 2004
Só uma coisinha O texto abaixo (seis litros de sang... digo, de poesia) foi escrito para a Suicide Notes, comunidade lá daquele site que o próximo que falar que é o iogurte perto de mim perde um dente. Lembra daquelas frasesinhas de rodapé que eu usava? A Camila (um beijo, moça) lembra. No final eu estava me sentindo meio que um Humberto Gessinger, por isso dei um tempo. Vou começar a colocar as frases soltas, sem título, no meio dos posts. Essa aí em cima baixo (o blogger recusou-se a deixá-la em cima) é uma delas. Boa terça-feira a todos. Nunca vi ninguém desejar boa terça-feira. Só "boa semana" e "bom fim de semana". Ah, mas tem o "bom dia", que serve para todo dia, inclusive hoje, amanhã e depois de amanhã. Tem aquela pergunta que o meu filho ainda vai fazer: se é manhã, por que diz "bom dia"? Já que à tarde fala "boa tarde", por que não "boa manhã"? No horário de verão, a partir de que hora se fala "boa n...
Yasser Arafat vivia com a faixa de Gaza na cabeça.
Seis litros de poesia Você não entende: eu não sei fazer poesia. Não sou romântico. Só amo. Muito. Toda a poesia que tenho está no meu sangue. Meu beijo parece dizer menos que um cartãozinho num ramalhete de flores vermelhas que eu compro em qualquer farol. Você só entende esta linguagem? Presentes e mimos? Não sei falar tua língua. Vou embora e você não vai me ver mais. A velocidade em que o muro se aproxima é diretamente proporcional à dor que eu não vou sentir enquanto toda minha poesia escorre pela sarjeta.
"Vai se foder até o fim" Essa frase do título foi dita por Antônio Abujamra no programa Provocações (TV cultura aqui em SP). Ela foi dita em resposta a um convidado que disse algo como "Eu ainda acredito no ser humano". A frase não saiu mais da minha cabeça. Freqüentemente encontro provas de que ele está correto. Vivo correndo atrás das exceções. Encontrei várias através deste blog. Obrigado por tudo, meus amigos. Antes que alguém pergunte: isto não é uma despedida. É que eu nasci hoje e queria deixar registrado aqui. Estou com idéias para postar mas quedê tempo?
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Gentisivêlá?
Vou me atirar da Ponte Vecchio Para mim não adianta mais: a melhor interpretação de "O Mio Babbino Caro", de Puccini, é aquela do Woodstock. O passarinho maluco amigo do Snoopy, meu amigo Charlie Brown. E o meu aniversário é dia 24 de novembro. Todas as piadinhas possíveis sobre este dia já foram feitas. Por favor, sejam originais. Sabe o que uma coisa tem a ver com a outra? Se souber me diz.
Eu vô inventá* Daqui a pouco mais um ano. Velho? Com uns 80, 90, talvez. Porque aqui, na minha cabeça, eu posso tudo. Eu tenho cinco e tenho trinta e muitos anos. Por enquanto o corpo me leva prá onde eu quero. Um dia, sei lá, dá um problema, uma doença, um caminhão de 10 toneladas (embora seja um prazer morrer a teu lado) e eu não consigo mais ir prá ali, prá lá. Mas eu vou assim mesmo, porque dentro da minha cabeça tem o mundo. E tem você, e ele, e ela, e elas e eles, e tem muito amor prá todo mundo. Te amo muito e quero que você se foda se não me amar. Me arrependo do que eu não disse. Não disse eu te amo prá tanta gente e agora não dá mais, passou, me fodi. Por isso te digo: eu te amo, eu amo aquele outro e aquela ali e tem uma que eu ainda não conheço direito mas já tô de olho. Não tô falando de sexo, tomá no cu você. Tô falando da vida. Amo muita coisa e não odeio nada. Prá odiar você gasta muita energia, lembro até daquele papinho de que um sorriso usa menos ou mais músculos...
Olá, tudo bem?
Oh, raio! Bush de novo... And God bless the World!