Livin' la vida pouca Ok, hoje não é amanhã e eu não continuei a história do rim, mas é que perdi o pique, depois continuo. O pós operatório foi bem dolorido e me tirou a vontade de escrever. Vou responder aos comentários: "serio que o corredor era colorido? sempre q eu vou no hospital os corredores são em sua maioria branco, cinza ou akele verde bizarro de hospital. Queru um corredor colorido da proxima vez!!!! humpf (...)" -sissa Sério. Quer dizer, pelo menos o final do corredor era bem colorido, e eu tava curtindo o barato do Buscopan ainda, então minha percepção tava meio alterada. Parecia que eu tava subindo pra baixo no plano, por exemplo. Da próxima vez que me internar lá te chamo pra me visitar e você confere. "(...)Eu queria te perguntar uma coisa, com que frequencia voce tem pedras? Eu tive apenas uma filha da mae e o urologista disse que era por estava bebendo pouca agua. Aumentei alguns litros na minha dieta e por enquanto nao tive mais problemas. " -...
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Pedras sem musgo - dia 27/09/2006 Antes de ir de novo ao hospital perguntei se eles fariam o ultrassom, se necessário. Disseram que não, então fui até lá apenas com a intenção de ser medicado e seguir a outro hospital - mais distante - que me atendesse. Acontece que como o caso era de emergência o exame poderia ser liberado, o que a atendente não havia dito. Ok, mas antes do ultrassom veio a medicassom. Na espera reparei numa moça fazendo a típica dança dos agraciados com pérolas nos rins: mãos nas costas, carinha de quem tá detestando demais, lágrimas e nenhuma posição possível que ajude a minimizar a dor. Mais tarde, depois de medicados, conversamos sobre nosso infortúnio e ela confirmou o que a sabedoria popular diz e o que a Claudia Lyra (olá, tudo bem, você vem sempre aqui?) comentou no post abaixo: ela teve um filho, e a dor do parto é menor. Então era isso: meu lado feminino e maternal resolveu se manifestar. - O ultrassom mostra uma pedra preta no pé de Pedro presa no ureter e...
Pedras sem musgo 24 de setembro de 2006, domingo, cinco da manhã, dor nas costas. Sempre que sinto essa dor eu penso: não pode ser. Sempre é. Mais uma pedra no caminho pra me lembrar do clichê. Drummond, sempre tem uma pedra no caminho e um burro indo devagar nessa vida besta. Rins têm três funções no corpo humano. Pelo menos no meu corpo: filtrar o sangue, produzir pedras e dor. Muita dor. Meses atrás, domingo de manhã, mesma coisa: dor, não, não pode ser, é, vou pro hospital sozinho lá pelas seis da manhã. Quando sento pra esperar o médico sinto a danadinha da pedra se mexendo e a dor indo embora. Dois dias depois a danada sai. Parecia a ponta de uma maça , coisa mais fofa, p'cisa de ver. Ah, se toda pedra se comportasse como essa... Eu falava do dia 24 de setembro, domingo et cetera. Nem fui ao médico, porque uma hora depois a dor passou e pensei: daqui a dois dias dou à luz mais uma linda pedrinha, chama-la-ei Pietra, e sobre esta pedra construirei mais uma página de dor na min...