Previsão do tempo para o natal e ano novo O dia de natal terá 24 horas e cada uma delas terá 60 minutos, divididos em 60 segundos. Para o ano novo teremos 365 dias com a mesma previsão, mais seis horas que serão somadas às seis horas excedentes de 2005, 2006 e 2008 para gerar o dia 29 de fevereiro de 2008, um sábado. Bom tempo novo.
Postagens
Paixões nacionais Futebol, cerveja, novela, mulher... Considerando essa pequena lista acho que sou só 1/4 brasileiro. Sou palmeirense não praticante e tô nem aí se quase foi rebaixado. Se fosse campeão eu estaria aí, mas no dia seguinte nem ia tirar sarro de corintiano nem nada que tenho mais o que fazer. Cerveja eu até tomo, mas prefiro suco de manga. E é cada comercial tonto, já reparou? Exemplo, um bar inteiro batendo nas mesas e derramando vários goles só pra fazer cair uma gota da garrafa no copo. Vai ser burro assim lá longe. Novela é produto de exportação... produtinho ruim esse, hein? Pé na Jaca ou Lost, qual você escolheria? Ok, a resposta certa é "ler um livro", mas Lost é(era?) legal e tem o Rodrigo Santoro no papel de palmeira. Pé na Jaca tem Marcos Pasquim no papel de Marcos Pasquim sem camisa. Outra coisa, já te falei que Heroes é legal pra caramba? Supah Hiro is tha man. Como é bom o 1/4 que resta, meu deus...
Resumão Perdi a vontade de contar toda a saga. O motivo deve ter sido a dor. Seguinte: o médico que fez a primeira (primeira!) intervenção e me desvirginou disse que tinha implodido a pedra mas não conseguiu ver quanto da pedra sobrou. A pedra tinha 7mm e expeli um fragmento de uns 0,5mm na semana seguinte. Sinmplesmente sobrou um fragmento de 6,5mm que ficou me torturando por um mês sem que os médicos por onde passei detectassem. Só me davam analgésicos. Até que tive que ser internado de novo semana passada. Aí sim, retiraram a pedrinha na segunda (segunda, ai!) intervenção. Como não sou mais virgem foi mais fácil. Só que o estrago foi grande e agora tenho um cateter machucando minhas entranhas e fazendo com que eu tenha o xixi tipo cavalo. Puro sangue, sabe? Mas é assim mesmo, é só ter paciência. Depois piora.
Livin' la vida pouca Ok, hoje não é amanhã e eu não continuei a história do rim, mas é que perdi o pique, depois continuo. O pós operatório foi bem dolorido e me tirou a vontade de escrever. Vou responder aos comentários: "serio que o corredor era colorido? sempre q eu vou no hospital os corredores são em sua maioria branco, cinza ou akele verde bizarro de hospital. Queru um corredor colorido da proxima vez!!!! humpf (...)" -sissa Sério. Quer dizer, pelo menos o final do corredor era bem colorido, e eu tava curtindo o barato do Buscopan ainda, então minha percepção tava meio alterada. Parecia que eu tava subindo pra baixo no plano, por exemplo. Da próxima vez que me internar lá te chamo pra me visitar e você confere. "(...)Eu queria te perguntar uma coisa, com que frequencia voce tem pedras? Eu tive apenas uma filha da mae e o urologista disse que era por estava bebendo pouca agua. Aumentei alguns litros na minha dieta e por enquanto nao tive mais problemas. " -...
Pedras sem musgo - dia 27/09/2006 Antes de ir de novo ao hospital perguntei se eles fariam o ultrassom, se necessário. Disseram que não, então fui até lá apenas com a intenção de ser medicado e seguir a outro hospital - mais distante - que me atendesse. Acontece que como o caso era de emergência o exame poderia ser liberado, o que a atendente não havia dito. Ok, mas antes do ultrassom veio a medicassom. Na espera reparei numa moça fazendo a típica dança dos agraciados com pérolas nos rins: mãos nas costas, carinha de quem tá detestando demais, lágrimas e nenhuma posição possível que ajude a minimizar a dor. Mais tarde, depois de medicados, conversamos sobre nosso infortúnio e ela confirmou o que a sabedoria popular diz e o que a Claudia Lyra (olá, tudo bem, você vem sempre aqui?) comentou no post abaixo: ela teve um filho, e a dor do parto é menor. Então era isso: meu lado feminino e maternal resolveu se manifestar. - O ultrassom mostra uma pedra preta no pé de Pedro presa no ureter e...
Pedras sem musgo 24 de setembro de 2006, domingo, cinco da manhã, dor nas costas. Sempre que sinto essa dor eu penso: não pode ser. Sempre é. Mais uma pedra no caminho pra me lembrar do clichê. Drummond, sempre tem uma pedra no caminho e um burro indo devagar nessa vida besta. Rins têm três funções no corpo humano. Pelo menos no meu corpo: filtrar o sangue, produzir pedras e dor. Muita dor. Meses atrás, domingo de manhã, mesma coisa: dor, não, não pode ser, é, vou pro hospital sozinho lá pelas seis da manhã. Quando sento pra esperar o médico sinto a danadinha da pedra se mexendo e a dor indo embora. Dois dias depois a danada sai. Parecia a ponta de uma maça , coisa mais fofa, p'cisa de ver. Ah, se toda pedra se comportasse como essa... Eu falava do dia 24 de setembro, domingo et cetera. Nem fui ao médico, porque uma hora depois a dor passou e pensei: daqui a dois dias dou à luz mais uma linda pedrinha, chama-la-ei Pietra, e sobre esta pedra construirei mais uma página de dor na min...
Olhos Janelas da alma. Sei. Bom, se você reparar, olhos são apenas coisas. Coisa, sabe? Já pegou uma coisa na mão? Olhos são coisas. Coisas bonitas, mas coisas. Coisas redondas. Brancas com uma rodela colorida no meio. Uma menina no meio, a íris, conhece? Imagine o olho mais bonito que você já viu. Agora imagine esse olho fora das órbitas, com o nervo óptico seccionado. Pronto, temos uma coisa. Com humor aquoso, humor vítreo e humor negro. Redonda e não tão bela agora. Olhos são belos, olhos são aparelhos maravilhosos, olhos falam mais que a boca, olhos são coisas e olhos são uma obsessão. Desde que não estejam fora das órbitas nem com os nervos ópticos seccionados.
Ás no volante Impressionante como perde-se tempo no trânsito de São Paulo por causa de acidentes bobos. Perdi a conta de quantas vezes fui obrigado a trafegar lentamente devido a acidentes que aconteceram do outro lado da avenida. Isso mesmo, não aconteceram na minha frente. E isso em avenidas expressas como a 23 de maio e a Radial Leste. O trânsito pára por causa da curiosidade mórbida dos motoristas. Não entendo essa curiosidade. Batidinhas bobas na traseira geram quilômetros de trânsito ruim. Passando a batida o trânsito anda. É muita estupidez. Ajudar ninguém quer, mas espiar a desgraça alheia ninguém resiste. E vamos perdendo tempo, afinal o cara da frente quer ver se tem sangue no chão.
Felicidade é brinquedo que não tem Felicidade plena não existe. Esqueça. Não dá, é coisa que inventaram pra vender livro de auto-ajuda. O que você pode tentar é fazer com que vários momentos felizes se sigam um atrás do outro no menor intervalo de tempo possível. Porque entre esses intervalos alguém vai pisar no seu pé, uma criança vai morrer de fome, uma mãe vai perder o filho numa guerra estúpida qualquer. Você consegue ser feliz com isso? Me desculpe, isso não é felicidade, é indiferença. Ou estupidez. Só os ignorantes são plenamente felizes. O que não quer dizer que não seja possível ser feliz, presta atenção.
Chutamos bundas again São Paulo, Avenida Tiradentes, estacionamento da FATEC, sexta-feira, 18 de agosto de 2006, por volta de nove e muito da noite. No palco a banda Bad Clusters Classic Rock and Beer Band . Ouve-se a batida inconfundível do começo da música "Rock And Roll", do Led Zeppelin. Ok, normal, muitas bandas tocam essa música e o público sempre vibra. Mas dessa vez o baterista era eu. E foi demais, amigos. Deu pra ver o povo se movendo em massa pra frente do palco. Depois não vi mais ninguém, virou tudo uma massa humana cantando e vibrando por todos os lados. Quer dizer, de algumas imagens ainda lembro: Meu colega de trabalho Carlos (valeu, cara!) chegando pouco antes e depois vibrando com AC/DC, minha mulé chegando e tirando foto... O resto foi meio tenso, porque não ouvia direito um dos guitarristas e meu prato de ataque da direita resolveu que era dia de ficar na vertical, o desgraçado. Errei, claro, errei pra cacete, mas acertei mais. E uma hora passou em 5 minut...