Este site é melhor visualizado com os olhos. Todos eles.
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Seis é mais
Voltando à seção, seis trechos de música que eu sempre lembro quando não esqueço:
- Eu que não me sento no trono de um apartamento com a boca escancarda cheia de dentes esperando a morte chegar. (Ouro de tolo - Raul Seixas)
- Teu infinito sou eu. (Paralelas, Belchior)
- Só você não vê que eu não posso mais ficar aqui sozinho esperando a vida inteira por você sentado à beira de um caminho. (Sentado à Beira do Caminho, Roberto Carlos e Erasmo idem)
- Meu Brasil que sonha com a volta do irmão do Henfil com tanta gente que partiu num rabo de foguete. (O bêbado e a equilibrista, João Bosco e Aldir Blanc)
- Ali onde eu chorei, qualquer um chorava. Dar a volta por cima que eu dei, quero ver quem dava. (Volta por Cima, Paulo Vanzolini)
- Que tristeza que nós sentia, cada táuba que caía, duía no coração. (Saudosa Maloca, Adoniram Barbosa)
Enquanto eu fazia a lista só lembrava de Chico Buarque. Então aí vai um bônus só com ele:
- Você que inventou o pecado...
A saga do primeiro beijo
Aí eu tava na casa dela, aí eu ia embora, aí eu fui dar um beijo de despedida, aí eu fechei o olho não sei porque, aí o primeiro beijo foi na face, aí o segundo beijo foi na boca, aí eu não sabia beijar, aí aquela língua quente e macia na minha boca, aí eu morri mas vivi logo, aí eu virei as costas e fui embora. Mas depois ainda beijei mais uma dúzia de vezes aquela boca, mas depois acabaram as férias, mas depois eu lembrei daquele momento prá todo o depois, aí.
Amigos
Nesse último fim de semana passei momentos muito agradáveis com um casal. Cada história! E eles sabem contar muito bem. Algumas eu já conhecia, mas foi um prazer relembrar tudo! Teve uma hora que eu fiquei preocupado com ela, naquela hora que ela caiu da escada, mas depois quase fiquei com raiva, e depois eu ri muito. Aliás, ri muito o tempo inteiro. Vocês deviam conhecer os dois. Aliás, eles estão disponíveis a hora que você quiser. Olha eles aqui .
(Pronto, Marco , agora você pode depositar o resto da grana)
Faz de conta que eu não sumi
Então teve um encontro com uma amiga querida (saudade), um churasco com pessoas que amo , um lançamento e outro lançamento de livro que foram muito divertidos e me fizeram conhecer pessoas . Daqui a pouco vou rever pessoas que amo e conhecer pessoalmente gente querida de longe que eu não sei se quer que eu coloque linque então não ponho. E descobri que a vida continua bela, mesmo tendo que pular algumas poças cheias de esgoto (sim, merda, mesmo) e lavar as botas depois.
Lóviuall.
Só uma coisinha
O texto abaixo (seis litros de sang... digo, de poesia) foi escrito para a Suicide Notes, comunidade lá daquele site que o próximo que falar que é o iogurte perto de mim perde um dente.
Lembra daquelas frasesinhas de rodapé que eu usava? A Camila (um beijo, moça) lembra. No final eu estava me sentindo meio que um Humberto Gessinger, por isso dei um tempo. Vou começar a colocar as frases soltas, sem título, no meio dos posts. Essa aí em cima baixo (o blogger recusou-se a deixá-la em cima) é uma delas.
Boa terça-feira a todos. Nunca vi ninguém desejar boa terça-feira. Só "boa semana" e "bom fim de semana". Ah, mas tem o "bom dia", que serve para todo dia, inclusive hoje, amanhã e depois de amanhã. Tem aquela pergunta que o meu filho ainda vai fazer: se é manhã, por que diz "bom dia"? Já que à tarde fala "boa tarde", por que não "boa manhã"? No horário de verão, a partir de que hora se fala "boa n...
Seis litros de poesia
Você não entende: eu não sei fazer poesia. Não sou romântico. Só amo. Muito. Toda a poesia que tenho está no meu sangue. Meu beijo parece dizer menos que um cartãozinho num ramalhete de flores vermelhas que eu compro em qualquer farol. Você só entende esta linguagem? Presentes e mimos? Não sei falar tua língua. Vou embora e você não vai me ver mais. A velocidade em que o muro se aproxima é diretamente proporcional à dor que eu não vou sentir enquanto toda minha poesia escorre pela sarjeta.
"Vai se foder até o fim"
Essa frase do título foi dita por Antônio Abujamra no programa Provocações (TV cultura aqui em SP). Ela foi dita em resposta a um convidado que disse algo como "Eu ainda acredito no ser humano". A frase não saiu mais da minha cabeça. Freqüentemente encontro provas de que ele está correto.
Vivo correndo atrás das exceções. Encontrei várias através deste blog. Obrigado por tudo, meus amigos.
Antes que alguém pergunte: isto não é uma despedida. É que eu nasci hoje e queria deixar registrado aqui. Estou com idéias para postar mas quedê tempo?
Vou me atirar da Ponte Vecchio
Para mim não adianta mais: a melhor interpretação de "O Mio Babbino Caro", de Puccini, é aquela do Woodstock. O passarinho maluco amigo do Snoopy, meu amigo Charlie Brown. E o meu aniversário é dia 24 de novembro. Todas as piadinhas possíveis sobre este dia já foram feitas. Por favor, sejam originais.
Sabe o que uma coisa tem a ver com a outra? Se souber me diz.
Eu vô inventá*
Daqui a pouco mais um ano. Velho? Com uns 80, 90, talvez. Porque aqui, na minha cabeça, eu posso tudo. Eu tenho cinco e tenho trinta e muitos anos. Por enquanto o corpo me leva prá onde eu quero. Um dia, sei lá, dá um problema, uma doença, um caminhão de 10 toneladas (embora seja um prazer morrer a teu lado) e eu não consigo mais ir prá ali, prá lá. Mas eu vou assim mesmo, porque dentro da minha cabeça tem o mundo. E tem você, e ele, e ela, e elas e eles, e tem muito amor prá todo mundo. Te amo muito e quero que você se foda se não me amar. Me arrependo do que eu não disse. Não disse eu te amo prá tanta gente e agora não dá mais, passou, me fodi. Por isso te digo: eu te amo, eu amo aquele outro e aquela ali e tem uma que eu ainda não conheço direito mas já tô de olho. Não tô falando de sexo, tomá no cu você. Tô falando da vida. Amo muita coisa e não odeio nada. Prá odiar você gasta muita energia, lembro até daquele papinho de que um sorriso usa menos ou mais músculos...
Putz!
Chove a cântaros em SP e ouço muitos trovões, que obviamente foram precedidos por raios, que surgem à velocidade da luz, e basta você contar quantos segundos separam o raio do trovão para saber a quantos metros o raio caiu de você, e cada segundo equivale a 100 0 metros, e o último demorou 1 segundo, e eu tenho que desligar logo o computador antes que
Qual é a música
Já que me cobraram e ninguém acertou ainda isso aqui , mais uma(s) dica(s): Esta música está num álbum em que há um crime num berçário, mas não foi ninguém do Misfits, Sr. Renato K. Há também uma música em que há um suicídio. E na música em questão um filho de Deuses se fundiu. Eu tô duvidando que alguém conheça, apesar de muita gente conhecer (dã) então vou dizer que é rock progressivo, lá dos anos setenta (ai, minhas costas), prá facilitar.
Anedotário Pernambucano de Pernambuco
Minha mãe jura que é verdade: Quando ela era criança pequena, lá no sítio Boqueirão, em Pernambuco, uma vizinha recebeu um diagnóstico dizendo que o pai dela estava com um problema no reto. Ele precisou ir ao médico e foi com a esposa e a filha. A filha ficou esperando os dois na sala de espera do consultório enquanto o casal se consultava com o Dotô. Nisso, o Dotô pergunta qual era o problema. Os dois, bichos do mato, não souberam responder, mas a mãe abriu a porta e gritou para a filha:
- Ô minina, qual é o nome do cu de seu pai, mesmo?
(parampam-tchhhh)
Atualização: Acabo de postar e recebo um comentário-relâmpago anônimo:
bah.. que feio contar piada velha dizendo que aconteceu de verdade... teus leitores não são burros, e nem nasceram ontem =/
Caros leitores, nunca achei que vocês fossem burros ou tivessem nascido ontem. Minha mãe conta, mesmo, essa piada desde que eu era pequeno como sendo verdade. Eu é que sou burro e nasc...
Bateriês
Geralmente uso a matched grip. Acho mais fácil na hora de fazer os rimshots no snare drum. Só uso a tradicional grip quando a música tem muitas ghost notes. Já executo flams razoavelmente bem, mas preciso aprimorar. O problema maior é para fazer double strokes com a mão esquerda. Isso atrapalha na hora de fazer paradiddles e buzz rolls. Single strokes também é só aprimorar. No mais, sacumé, é só manter o groove no tempo. E aprender ingrêis, que portugueis nóis já sabi.